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sexta-feira, 19 de abril de 2019

What can I do when I can't stop loving yoy

Am I dumb for loving you?
Is it wrong to keep these feelings?
What can I do when I can't stop loving yoy?
Should I wait...? Should I let go...?
Which one is more painful?
Which one is the best way?
In the end, will it be worth it?
Is it love? Is it something else?
Am I being too much delusional?
Am I a fool for wanting to believe you?
Do you want to be specially with me?
Or you just "don't mind" it...?
I know about myself (do i?),
But what about you?
I want you to want me...
I want you to look up for me...
If I was gone, would you notice it?
Would you try to go after me...?

¿Do you...
...Love me?

quarta-feira, 17 de abril de 2019

We've made it this far

Estava com uma música na cabeça, uma parte em concreto da letra, procurei no motor de busca. Encontrei a música. Fui ao youtube para ir buscar um link e partilhá-la com vocês, mas acabei por abrir outros trezentos vídeos aleatórios que apareceram nos destaques recomendados... Comecei a assistir aos vídeos e perdi-me do objetivo inicial.
A internet é assim...
Felizmente lembrei-me da minha missão ao observar um separador do blogger que continha o título escrito com a citação da música.

"We've made it this far, kid"
Gostaria de realçar esta parte, que por alguma razão não saía da minha mente.

É verdade, já todos chegámos até aqui, quer o caminho tenha sido mais fácil ou mais difícil.
Não é fantástico?

A letra tem muito que se lhe diga, poderia discutir outras partes específicas com as quais me identifico de alguma forma, porém, deixarei a postagem assim.

Migraine - Twenty One Pilots


sábado, 13 de abril de 2019

Sleepy

I'm so sleepy right now >.<

sexta-feira, 12 de abril de 2019

I found a lost wallet

Letting some tears out on the train ... Oh wow that's new. Suddenly everything came to me at the same time. And kabaaaamm.
I guess I could say my week was good. Despite of that, I'm so afraid of tomorrow... Silly uh. This fear of failing after working so hard... This feeling of never being enough. This weird sensation that it was all just a waste of time...

Enquanto isso encontrei uma carteira no chão da estação de comboios e entreguei aos responsáveis na bilheteira. Só por isso ter acontecido, já nem tudo parece tão mau. :)

domingo, 31 de março de 2019

The blind who don't want to see

I hate the fact that you are always in my mind... You say you care, your actions don't.
    Can I really stop loving you?

For you it must be just the same. It probably isn't that important. You have other options, and they seem equally good.
I'm just one more problem in your life.
I feel so stupid. Of course you don't have the time. You don't even want to. You don't have time to talk, but you have time to play. You don't want to have time. Isn't it? You don't even think about me, probably. Time can be scheduled. A bit before sleep, lunch break, waking up, a lil break before the other class, it could even be going to the bathroom. I guess there would be always some time. I also have plenty things to do, and I still think about you, I still check if I have messages, I still would be able to talk whenever you were there. In fact I've been putting you in front of almost everything. That's one my mistakes. That's why I'm tired.
I don't need all the attention of the world, I just wanted to feel that you love me as I do. But you have doubts. You love someone else, but you refused yourself to tell me you don't love me because it would hurt me. For you, it doesn't matter which one you will be with in the end. Is just a matter of watching who will leave first. Well, this is hurting too. Being told we were better as friends is the same that you probably mixed feelings and afterall you don't love me in that way. It says a lot, right?
I'm sure you have too much to think. I don't blame you for that, I understand things are hard. Between all your thoughts, I'm sure I'm not included. If I was, things would be different. And it shows. I bet there's not a single time you remember about me during the day. It's always me going after you. I'm so blind. It's annoying...
Bothering all my close friends about something like this... Can't even speak about any other thing. I feel so dumb. Everything around me reminds of you. I can still see you on the places we were, and i go there almost everyday... I can still see you in my mind. You eyes, your smile, your hair, your skin, your hands, ... Sometimes i still feel your hugs. And kisses... The things we said... The things i was about to left unsaid, the things i was about to left undone. The happinness...

I can't keep like this. Why am I so stupid. It's logical to just move on. Whenever i think about this, or say it, my heart breaks into pieces. I am really blind. The worst kind of blindness is the one that happens when people don't want to see. I know all the things my friends have told me. I know I'm being idiot. And yet... Here i am, crying over it.

I want you to stop me from giving up. Tell me things will change. Tell me you love me in that way, that you don't want to move on... Because you also love me... The same way you did before... Or even more... Or maybe that, even if i have to wait, you already have the final answer, and will come back to me with the certain that we will be happier and an amazing couple again... That you don't want to loose me in this way... That we aren't just dear friends... We are more than that... And we can face all the hard stuff together, looking at each other... Holding hands while waking side by side... Hugging thight like no other... Giving kisses that take out my strengh... Actions that even without words, say: "I love you..."

sábado, 30 de março de 2019

Aplicações do meu telemóvel

As únicas notificações que eu recebo do Messenger ou Face são exclusivamente para informar que a atualização foi realizada com sucesso. Não sei porque é que ainda mantenho essas aplicações a ocupar espaço de armazenamento do telemóvel. É aquela sensação de que um dia talvez aconteça algum acontecimento de necessidade. Mas esse dia nunca chega... O que talvez seja bom, porque se acontecer, é possível que seja preocupante. Ou então não...

Acho que a notificação mais útil de todas, a nível individual/pessoal, é a do Clue, uma aplicação que tenta calcular e prever o meu ciclo menstrual. Uso-la desde outubro de 2017 (é incrível como o tempo passa! e olhando para os ciclos passados, às vezes fico chocada ao reparar que já tive ciclos de 18 dias e outros de 34... Sabia que era um ciclo meio irregularzinho de vez em quando, mas não teria esta noção se nunca os contabilizasse. Ultimamente, no entanto, eles tem se permanecido mais estáveis na duração, apenas com uma ligeira variação de vez em quando). Anteriormente, preenchia e analisava imensos parâmetros, preenchia diariamente todos os requisitos que eu considerasse aplicáveis para mim, mas, agora, já só costumo preencher no tempo em que estou efetivamente menstruada ou que tenho alguns desejos em maiores quantidades comparativamente ao normal (é curioso que geralmente esses dias coincidem com os dias férteis, o que me leva a constatar que provavelmente as nossas hormonas têm um peso ENORME no nosso humor e pensamentos diários. Confesso que me assusta um bocado ahahaha, por exemplo, o pensamento vago de que não somos nós que controlamos a nossa mente, uma vez que ela é demasiado influenciada por fatores físicos dos quais, normalmente, nem sequer temos consciência).
Considero interessante que, ainda que o meu ciclo seja um pouquinho irregular, as notificações da aplicação costumam ser certeiras na data. Geralmente a notificação vem uns dias antes, mas já me deixa alerta para o que aí vem. Caso contrário eu estaria muito à toa, facilmente surpreendida, com roupa suja, em casa ou, pior, em público... Concluo assim que esta é uma aplicação muito útil, mesmo sem usufruir do premium. Não preciso de nada muito complexo, só isto já me basta, mas é claro que às vezes dá uma vontadezinha de realizar análises mais profundas, e estudar outros fatores de forma mais eficaz (que é possível pagando uma justa quantia).

Falando ainda em aplicações, aquele que me notifica mais regularmente é, provavelmente, o WhatsApp. O WhatsApp também é super valioso uma vez que nos permite comunicar por vias móveis com pessoas de qualquer parte do mundo sem ter que pagar mais tarifas por isso. A internet é um bagulho loco. Mas o WhatsApp também me traz alguns problemas... Ansiedade de saber que alguém está online mas não responde, esperar a mensagem de alguém a cada minuto, ver que outra pessoa visualizou mas não respondeu, por aí em diante... Já pensei em desinstalar temporariamente para me deixar dessas idiotices, mas infelizmente preciso dele por causa da faculdade e manter amizades, visto ser o meio mais comum de comunicação.

Depois temos o Discord, que raramente uso, salvo seja quando jogo com alguém que já conheço mesmo bem e com o qual não tenho vergonha de mostrar a minha voz. Mesmo assim, não gosto muito de falar, prefiro sempre a opção de escrever. Lá também estou num grupo com umas poucas pessoas muito fofas, e às vezes vou lá conversar com elas.

Twitter? eu desinstalei. Tenho me esforçado por evitá-lo, tendo em conta o tempo que consumia nele. É um vício. Uma faca de dois gumes. Adoro aquilo, ajuda-me em tempos difíceis, até diria que quase que me "salvou", mas por outro lado... Tanto pode ser a minha salvação como a destruição. Aquilo apodera-se de mim, fico lá horas, às vezes sinto-me pior depois de lá ir. Não fazia mais nada. Ficava à espera que algo de surpreendente acontecesse e me fizesse pensar que aquele dia desperdiçado afinal valeu a pena. É como se sugasse a minha alma, e me tornasse dependente. Gosto muito dos amigos que fiz lá, tem sido difícil manter esta distância daquela rede social, mas recentemente percebi os danos que me causava, então pretendo afastar-me temporariamente, até eu ficar melhor comigo mesma.

Por fim, o Blogger. Tem sido sempre o meu verdadeiro refúgio, principalmente quando o twitter deixa de ser seguro para mim. Criei este cantinho antes do Twitter, antes de muita coisa, e continua a ser aqui que venho sempre que quiser. Sem cobranças, sem pressão, sem nada. Muita calma e tranquilidade, desabafos sérios e aleatoriedades que por vezes me surgem no pensamento. Penso que há vários aspetos que poderiam ser melhorados, mas não me importo muito. O essencial está aqui.

Já tive muitas outras, das quais gostaria de falar porque foram úteis em determinadas partes da minha vida, nomeadamente aplicações de auto ajuda e controlo... Experimentei mesmo muita coisa, e irei referir dois nomes que apresentaram maior peso: Forest e InnerHour (a primeira era para me ajudar a estudar e focar-me; a segunda para o bem estar psicológico diário a longo prazo). De momento, só possuo as que referi nos tópicos anteriores, para além das aplicações padrão que raramente/nunca uso mas que geralmente vêm em todos os aparelhos móveis.

segunda-feira, 25 de março de 2019

Educação Sexual

Acabei de presenciar uma situação que me deixou PERPLEXA. Ora, estava eu no balneário das piscinas da Universidade quando me deparo com três senhoras - muito cultas portanto -, a discutir indignadíssimas acerca dos filhos de 11 anos - de idade tão tenra, ainda crianças acabadas de sair do berço - estarem na escola a ter aulas sobre aparelhos reprodutores femininos e masculinos, incluindo os processos de menstruação que, para os seus filhos rapazes, não "era importante".
Vejamos: 11 anos foi a idade referida por estas almas muito sapientes... Eles já não são bebés. Talvez ainda tenham traços infantis, mas estão no início da descoberta de si mesmo e dos outros. Início da puberdade e, consequentemente, adolescência.
Primeiro ponto: muitas raparigas estão, por essa altura, a ter ou quase a ter a sua primeira menstruação - a chamada menarca. Este fenómeno não tem data específica, acontece em momentos diferentes de pessoa para pessoa, uns mais tarde, outros mais cedo. Mesmo para quem ainda não menstruou, é importante ter conhecimento daquilo que lhes irá acontecer. Muitas outras já tiveram, se precocemente, por volta dos 9 anos de idade. 9 anos de idade! NOVE. Com esta idade, estão possivelmente na escola primária. E os seus queridinhos de ONZE anos não podem ouvir falar de óvulos e espermatozóides?

Infelizmente, há muitas famílias que não conversam com os filhos sobre estes assuntos cruciais para o seu desenvolvimento humano. É importante que lhes seja garantido um meio de informar e dar a conhecer o que se passa consigo e com os outros colegas. É importante ter aulas de educação sexual, é extremamente importante SIM!

Talvez não com onze anos, mas aproximadamente a partir dos treze e por aí em diante cada vez mais intensificado, (com alguma margem de erro): relações interpessoais, hormonas, paixonetas, beijos, carícias, desejo de ser independente, sentimento de incompreensão, rebelião, fase de se opor contra tudo e todos, questionar tudo aquilo que lhes é dito. Quem sabe o que mais? Entre todas essas coisas, inclui-se: Sexo.

É importante aprender este tipo de informação!!! Como não? ? Os vossos filhos podem não ser más pessoas, mas não são santos, de certeza absoluta. Vão mantê-los ignorantes por quanto tempo?

Depois o que acontece é aquilo que já todos vemos: gravidez indesejada. Doenças sexualmente transmissíveis que podiam ter sido facilmente prevenidas. Abusos. E muitos outros.

Soube no outro dia que o meu amigo, aqui há coisa de um ano ou dois, engravidou a namorada e que ela teve de abortar em segredo. O que aconteceu? A miúda, bastante informada, decidiu ir ao médico para começar a tomar a pílula pela primeira vez. Após 4 ou 5 dias, convenceu-o de que já não engravidava de certeza, mesmo que não usassem preservativo. A MIÚDA, DE 17-18-19 ANOS (a idade exata não é relevante) É QUE FOI APREGOAR ESSA INFORMAÇÃO TÃO MAS TÃO COMPLETAMENTE ERRADA E SEM PÉS NA CABEÇA, o que só por si só já é grave, mas ele, pela falta de conhecimento da matéria, acreditou! E, assim como este caso em específico devem haver incontáveis, nem sequer imagino a quantidade de adolescentes desinformados que ganham problemas à custa da sua ignorância.

É por isto que é importante tanto rapazes como raparigas serem educados devidamente nas escolas. Alertados para os perigos e ensinados a como fazerem as coisas bem, diminuindo os riscos. Não é assustá-los unicamente com o objetivo de os impedir de se descobrirem e se relacionarem, mas sim ensinar a como o fazerem sem que isso prejudique a sua saúde e desenvolvimento. Tentarem simplesmente proibi-los de fazer alguma coisa obviamente não resulta em nada, afinal, porque já fomos como eles, sabemos como funcionam as suas mentes.