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segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Puzzle infantil difícil

Hoje comecei a estudar. Sinceramente, fiz muito menos do que planeei ontem, quase nem fiz nada. Mas comecei, e consegui um pouquinho. Amanhã sei que vou ser capaz de mais. Vamos acreditar.

Hoje a minha prima deixou cá uma das filhas (a Bia) no final da tarde, porque a bebé (Leonor) estava com febre e tiveram de a levar ao hospital. Como o pai das meninas ainda estava a trabalhar, decidiu pedir ajuda à minha avó para tomar conta da menina. Escusado será dizer que a minha avó ficou muito contente com isso, não é? Ficou mesmo feliz, ela gosta muito de estar com as bisnetas. A Bia também estava bastante alegre e gostou de brincar connosco. Até dançou com a minha avó!

Eu e ela fizemos um puzzle de 40 peças para crianças. "Para crianças". Eu não contei o tempo que demorámos, mas eu achei difícil até para mim... A meio da resolução do puzzle, a Bia atirou-se para o chão e escondeu a cara:
— Não consigo fazer isto... - disse ela.
Não chorou, mas estava tristonha e fingiu que não estava mais ali. Continuou "escondida", deitada no chão.
— Onde será que está a Bia? Estavamos a fazer um puzzle, mas ela desapareceu... Oh, está aqui um animalzinho muito fofo! - brinquei, e com isto comecei a fazer-lhe umas cóceguinhas. Ela riu-se e finalmente voltou a falar comigo. Quando lhe fiz as cócegas não consegui evitar lembrar-me do meu tio que partiu, ele usava quase sempre este método comigo e com o meu irmão...

Quando ela já estava mais animada, levantei-a do chão e convidei-a a tentarmos de novo, para não desistir já do nosso puzzle. Mostrei-lhe que começámos com apenas uma peça e já tinhamos conseguido fazer metade, e para ela contar a quantidade enorme de crianças que já tinhamos completado (o puzzle tinha várias crianças a brincar). Disse-lhe que, se o fizessemos juntas e com mais um bocadinho de esforço, de certeza que seriamos capazes de o finalizar. Sempre que ela sentisse dificuldades, eu estava lá para ajudar. Icentivei-a a não desistir, ela abraçou-me e voltamos à resolução do puzzle.

Desta vez ela estava muito mais empenhada, e comemorámos sempre que descobriamos mais uma posição das peças (não era fácil ok?).

Adivinhem... Conseguimos mesmo! Ela saltou e foi a correr chamar a avó, para mostrar que tinhamos acabado o puzzle. Ela também estava muito animada para que o pai dela chegasse e assim poder mostrar-lhe. Foi uma festa, e depois a minha avó queria arrumar o puzzle e ela não deixou porque tinha dado muito trabalho eheheh >< Posteriormente foram embora, eu e a minha avó fomos jantar, e eu vim deitar-me, estando agora a escrever sobre como foi o meu dia.

Quis escrever sobre o que se passou hoje porque fui capaz de lhe transmitir confiança e vontade de não desistir, e confesso que até fiquei orgulhosa da forma como o fiz. Para além disso, penso que foi igualmente uma grande lição para mim. Não só ensinei, como acho que também reaprendi. Às vezes precisamos de reaprender aquilo que é tão básico e fundamental para uma criança, e tende a ser esquecido com o decorrer da vida.
Também descobri que nem todos os puzzles para crianças são fáceis. Considerei este especialmente difícil, porque tinha muitos detalhes parecidos uns com os outros e as crianças pareciam todas iguais, mas as peças não encaixavam a menos que fossem as certas (parecia o jogo das sete diferenças num nível avançado).

Por ora, já está a ficar tarde e preciso de dormir para acordar cedo.

Sendo assim, boa noite e até amanhã!

Espero que o vosso dia também tenha sido bom <3 Beijinhos~!

domingo, 20 de janeiro de 2019

20/01

Hoje foi um dia bom.

A minha família veio visitar-me a mim e à minha avó, e almoçámos todos juntos. Por causa dos exames, já não ia a casa à algum tempo, e como vou a segundas fases, já só volto a ir lá para o meio de fevereiro. Não tenho andado muito bem ultimamente e, por isso, evitava ao máximo falar com os meus pais ou com o meu irmão. Rejeitava a maioria das chamadas e respondia sempre com meias palavras...

Estava até com medo de os ver hoje. Contudo, fiquei feliz desde o primeiro segundo, no instante em que a minha avó abriu a porta para eles entrarem. Foi estranho. Estava tão receosa, mas vê-los chegar fez-me sorrir imediatamente, sem sequer ser capaz de racionalizar isso. Quando percebi fiquei com vergonha e tudo... Acho que tinha saudades de estar com todos. Foi uma sensação muito boa.

A minha mãe fez-me limpar o quarto, foi engraçado. Ela ajudou. Normalmente considero limpezas uma tarefa chata, evito sempre que posso ( por ser demasiado preguiçosa e ter outras coisas para fazer ), mas desta vez gostei. Reconheço que era necessário. Estou contente.

A minha avó então, nem vos conto! Ficou imensamente feliz. Não há palavras suficientemente adequadas para descrever as reações dela. Só pelo seu sorriso e animação, tudo valeu ainda mais a pena.

Confesso que ultimamente não tenho estado no meu melhor, e isso reflete-se nas minhas interações com os outros à minha volta (ou não-interações...). Não me orgulho disso. Até fico triste. Não queria ser assim... Mas é assim que tenho sido. Talvez consiga mudar. Esforçar-me-ei. Permanecer neste estado desagrada-me.

A minha avó tem andado triste estes dias, e eu não tenho agido da maneira que ela merece. Está mesmo quase a fazer um ano desde que o meu tio foi para o céu, e é totalmente compreensível que esta seja uma época especialmente difícil para ela. Seria de esperar que eu a apoiasse mais. Mas... A verdade é que eu também não ando bem... Desculpa.

Estou grata pelo dia de hoje. Acho que foi bom para todos nós. Estou até com vontade de chorar, só de pensar. Porque estou mesmo agradecida.

Está na hora de dormir, até já devia estar.
Só que senti-me na necessidade de registar o que aconteceu hoje. Amanhã o dia será longo, estudar, estudar, estudar. Ou pelo menos tentar o máximo que puder.

01:27am

Darei o meu melhor. Prometo.

01:32am
21/01

sábado, 19 de janeiro de 2019

Burden

Hm.. this may be off topic (and sorry for that) but could you please be honest...?
Am I a burden to you...?

Is it a pain for you to have to talk to me nearly everyday? Do you feel forced to do so? Would you rather not doing it at all...? Do you enjoy being with me? Do you want to be with me? Are you sure? Am I too over it... Too over you? I know, I should give you space, alright. I have to. You need your time as well... Am I sick? Am I scary? Why do I feel so uneasy? Is this not healthy...? It probably isn't. Damn... What should I do. Im not trusting myself anymore. That's why I decided to not send this message, and write those thoughts down somewhere else (here). I would like to be with you some more, just that. Having a good time together. Of course we already have some, i wonder why it feels like it's not enough... although, I dont want to become a creep or so... It would be nice if things happened naturally. Or if i could take you out of my mind for a second. Sometimes i wonder if you like me as much as i like you... Is this really liking someone or is this an obcession? Is this a consequence from past experiences? Im afraid of myself... Or am I worrying too much over nothing?

I'm sorry...

I believe in you, and I know things aren't going that good. I understand... I respect that. I will be here for you anytime.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Uni replied my email

Hm, uni replied my email. For those who don't know, I decided to look for professional help, and I found out that my university had the service available. So, I contacted them, asking for more details about it. It took me 2 days to write a very simple email, and years to have the strenght to try to get help -- I once tried to go to an hospital on my own (because I definitively don't want my parents to know about this) and I asked for info, they gave me a phone number and so on, but I was too scared and said it was for a family member, said bye and ran away with my trembling legs. I never called them afterwards by phone. I wonder if this will happen again? Will I never contact them again? ...

Basically, their reply was not so good:
- They said they had too many people.
- They wouldn't be able to give me continued assistance.
- However, they also said we could do the first meeting just to analyze the situation.

I haven't replied yet, because I don't know... I'm not sure about what to do. I don't think that I will be able to express myself in just 1 time... Knowing me as who I am, I will probably be so nervous that I won't be able to talk properly. In the worst case possible, they would assume things wrongly, tell me to go home because "there's absolutely nothing wrong with me" or maybe "do this and all your problems will vanish, you don't even need to come back, because the solution for that issue is super easy. How couldn't you think about it before?", "you were just wasting our time", "why did you even showed up?". What if they even gwt to make fun of me... Lol. Then, I would just go home in tears, after noding and smiling in discomfort to them - if it was so easy to solve, why wasn't I able to solve it myself? I don't want to listen that this is "nothing". If it was nothing, what was the point on trying to get help? Since it was nothing... There was no need for "help" -- I was just too weak (and a coward).

I don't even know what I should call my problem or how to define it. I think im just being stupid, i should be able to solve this by my own or so..., and they are probably very busy with worse situations :/

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

está cada vez mais difícil

Eu sei que disse que iria mudar... Que a partir daquele momento para a frente, iria melhorar. Mas o caminho não é tão linear... A verdade é que as coisas não estão a correr bem.
No entanto, reconheço que perceber que tenho um problema já é um passo que tomo adiante. Eu não estou bem. E preciso de ajuda. ajuda profissional, provavelmente...

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Primeiro do ano

Olá...!
Espero que tenham tido um Natal e uma Passagem De Ano muito feliz, junto de quem mais amam
.
Se não, o meu mais sincero desejo de que melhores dias venham.

Tenho vindo a adiar publicar no blogue, apesar de pensar em fazê-lo todos os dias. Ainda assim, tenho estado presente ao ler os diversos blogues que sigo.

• Como têm estado? Esta altura do ano é aquela em que a maioria das pessoas fica esperançosa por mudanças, um recomeço, melhorias para um novo amanhã. Se tiverem relosuções de ano novo, quais são? Isto é, se quiserem partilhá-las.

Gostaria que refletissem comigo, um pouco mais adiante. É um simples desafio que vos lanço. Basicamente, irei expor perguntas e pensamentos consequentes que me surgiram espontaneamente enquanto escrevo. Será breve, nada de muito complexo.

sábado, 29 de dezembro de 2018

Virar a página

:: 13/08 ::
É tempo de virar a página
Escrever um livro novo
Porque, afinal,
como em todos os contos da infância:
"Vitória, vitória
Acabou a nossa história"
"Pózinhos de prilimpimpim
Esta história chegou ao fim"
:: 29/12 ::
Finalmente vou ser capaz de seguir totalmente adiante. Um passo de cada vez. Uma palavra de cada vez.
Já consegui percorrer um bom pedaço do caminho, escrever um novo capítulo deste livro.
Bloqueei o teu contacto. Já não era sem tempo. Já não vou receber as tuas mensagens, prováveis tentativas de mais uma manipulação sem fim. Toxicidade.
Se calhar fazes isso inconscientemente. Ok, mas a verdade é que, ainda assim, fazes. Fazes, fazias, e vais continuar a fazer. Não preciso mais disso na minha vida...
Aparentemente, pessoas como tu não mudam. Fui burra por pensar o contrário. Por acreditar que eras melhor do que aparentavas. Não percebo onde é que vi coisas boas em ti. Não percebo onde é que fiquei tão cega ao ponto de ignorar todos os meus instintos e aquilo que sou, aquilo que sempre fui. Por ti. Bleh. Nojo. Nojo.
Finalmente fui capaz de perceber o quão idiota fui. O meu maior erro foi amar-te. Admitir que te amei, hoje, deixa-me desconfortável. Como é que isso aconteceu? Dei-te tanto de mim, que me perdi. E isso nunca deveria ter acontecido.
Claro, tivemos momentos bons. Aprendi várias lições contigo. Tudo aquilo de útil que puder trazer comigo para o futuro, trarei. O resto, não.
Agora, vejo tudo com clareza. Agora, é tempo de me reconstruir. Procurar nas profundezas tudo aquilo que te autorizei a roubar. É tempo de me reencontrar e fortecer. Não olhar para trás.
Não te desejo mal, muito pelo contrário. Espero que recuperes das tuas doenças, espero que sejas feliz. Só que sem mim. Não quero fazer parte disso. Não mais.